Oi pessoal!
Este dia começou com um fato curioso. Como já lhes disse, eu não conseguia me comunicar muito bem com a recepcionista do albergue, e na noite do dia anterior eu perguntei se havia algum problema em sair por volta das 6h. Como notei às 6h deste dia, ela não entendeu nada do que eu disse e bateu na porta do meu quarto, gentilmente me dizendo que já eram 6h. Ela pensou que eu quisesse que ela me acordasse, por isso madrugou e foi lá me chamar...que doce de pessoa...muito prestativa, apesar de não conseguir se comunicar!
Arrumei minhas coisas e parti para Parma, primeiro destino do dia. Cidade bem pequena e conhecida pelo presunto parma e pela Parmalat, possui ares de vila medieval modernizada, com belas e imponentes construções, como o Palazzo della Pilotta. Destaque também para o Parco Ducale, às margens do rio Po, sobre o qual também existe um ponte com bandeiras de vários países, incluindo o Brasil.
Palazzo della Pilotta
Parco Ducale
De Parma fui para Modena, cidade natal de Luciano Pavarotti e de Enzo Ferrari. Também é uma cidade pequena, sem muitas atrações, mas fui para lá, como vocês já devem estar desconfiando, para visitar a Ferrari.
Piazza Grande
A sede da Scuderia fica em Maranello, por isso tive que pegar um ônibus para lá chegar. Esta é como o nordeste de Stuttgart, uma cidade que gira em torno da indústria automobilística. Se é que podemos chamar a Scuderia de "indústria". Tipicamente italiana, não tinha muitas indicações e, como estava sem meus adorados mapas, eu me "perdi" logo de cara (detalhe: após receber informações da moça da Ferrari Store). Mas foi ótimo eu ter me perdido. Eu não cheguei a encontrar o Massa, nem o Schumacher, mas cheguei bem próximo do que creio ser uma pista de testes, de onde saía um som extremamente alto de motores de F1. Muito legal!
Após encontrar a Galleria Ferrari, museu da Scuderia, entrei e quem encontro? Não, não foi o Massa, mas vários brasileiros. Eu diria que 80% do público naquele momento era de brasileiros. O museu é pequeno, mas possui obras espetaculares: carros dos campeões de F1, Enzo, F40, F50, 550 Barchetta etc.
Depois de saturar o vermelho da retina, segui para a Ferrari Store, um rombo no orçamento da viagem, mas que valeu a pena.
Galleria Ferrari
Bem cansado (vocês devem se lembrar que havia um pouco de cansaço do ski acumulado...), segui para Firenze (que devo admitir que não sabia que era Florença), onde me encontraria com o MLK, que estuda em Trento.
Finalmente, o albergue de Firenze era mais "normal". Ou não: parecia mais um hotel [brasileiro], com quartos gigantes, banheiros nos quartos, piscina, bar, computadores etc. Muito bom!
À plus!!!