sábado, 21 de agosto de 2010

Dernières 100 heures

Oi pessoal!

Estou de volta de minha grande jornada pelos países nórdicos. A viagem foi realmente sensacional, ainda acima de minhas expectativas (que eram grandes), mas falarei disso em breve. A postagem é para deixá-los a par de minhas últimas horas em Paris.
Na chegada, mais desventuras (nada desprezíveis) com o RER B, que serão contadas em um epílogo futuro. No momento, estou na casa de um amigo (lembrando que sou sem-teto). O dia foi bem produtivo: consegui fechar uma de minhas contas e praticamente terminei todas minhas malas. Ainda pude passear um pouco no Jardin de Luxembourg pois encontrei uma colega da CP no banco, aproveitando o tempo excelente em Paris (que aparentemente eu trouxe dos países nórdicos). Daqui a pouco vou dormir, pois amanhã vou à Disney, aproveitar um pouco do passaporte de 6 meses que ganhei não-sei-por quê. E depois ainda tenho uma conta a fechar, uma caixa a enviar pelo correio, uma visita ao Louvre de despedida e outros passeios mais.

Bis bald!!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

N'importe quoi sur le RER B - Capítulo final

Oi pessoal!

Bem, acredito que todos saibam que já estou em viagem. Infelizmente os últimos dias antes de vir foram muito corridos e não consegui nem atualizar o blog direito. Bem, como achei um segundo aqui em Ålesund, resolvi postar o último capítulo da série N'importe quoi sur le RER B daqui.

Eu esperava há semanas algo emocionante para fechar com chave de ouro, mas nada de muito excepcional aconteceu. Até meu último dia em Paris antes de viajar.

Eu estava em meio à correria da "tranferência de coisas" da minha casa, com meu amigo chinês. Com mochilas e sacolas hiper pesadas, decidimos pegar o T3 de Montsouris até Cité Universitaire (uma parada de T3). Ele estava sem sua imagineR, eu com, mas disse: "em todos esses dois anos em Paris, eu só vi contrôleur uma vez, não é agora que vai ter né!". O tram chega, eu o acompanho verificando se não havia controladores de fato e não achei nada. Eu me preparo para entrar e me deparo com o maldito contrôleur na minha cara.

Talvez consigam imaginar minha ira. Eu havia esperado um tempo acima do normal, por causa do peso, a porcaria chega e eu não posso entrar. No fim das contas, tenho que fazer todo o percurso à pé. Com todos aqueles quilos nas costas, esbravejando.

Ainda bem que existe a Noruega, este país lindo e tranquilizador, para me fazer esquecer de tudo. Praticamente tudo.

Assim que eu voltar, tento escrever mais alguma coisa.

À bientôt!!!