quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Nouvel An

Oi pessoal! Salut à tous!

Ufa...depois de uma maratona, consegui terminar a tempo de desejar a todos um Feliz Ano Novo!
Aqui reuniremos alguns politécnicos e vamos fazer crepes, macarrão, cordon bleu e champagne francês! Eu particularmente não fazia questão deste último, não gosto de bebidas gaseificadas, mas pelo menos vou poder me exibir falando que passei o Réveillon em Paris e tomando [alguns poucos mL de] champagne francês.

À plus!!!

29/12/2008: London - Paris

Oi pessoal! Salut à tous!

No último dia de viagem, comecei indo ver de perto a maior roda gigante do mundo, o London Eye. Realmente gigante, infelizmente custa uma fortuna (é da mesma "empresa" que o Madame Tussaud's) e eu não estava com vontade de andar em roda gigante sozinho...

London Eye


Houses of Parliament

Visitei mais dois museus nesse dia. O primeiro foi o Imperial War Museum, fantástico e imperdível museu com artefatos de guerra (tanques, mísseis, submarinos etc) e que conta as histórias dos principais conflitos mundiais. Você encontra várias vitrines com os uniformes dos soldados, documentos, medalhas, objetos pessoais etc. Tem uma reprodução de uma trincheira da Primeira Guerra Mundial e um simulador de bombas da Segunda. Além disso, tem uma seção dedicada ao Holocausto, uma de arte, com quadros retratando a guerra e uma mostrando a guerra vista por uma criança.

Imperial War Museum (reparem nos canhões apontando para vocês!)

Imperial War Museum

O último museu foi o maior e mais famoso do Reino Unido: o British Museum. Bem parecido com o estilo do Louvre, possui um igualmente belo edifício e coleções mais modestas, mas destacando-se na parte egípcia (é o lugar onde mais se encontra múmias depois do Egito), na grega (lá se encontra uma espécie de reprodução do Parthenon grego) e na asiática. Fato curioso: vocês se lembram que quando voltei da Alemanha, no último dia de viagem encontrei o Eduardo Suplicy. Desta vez, a celebridade encontrada no último dia de viagem foi o Antônio Fagundes. Ele estava apreciando a arte no British. Não pedi autógrafo e nem foto, por isso vão ter que acreditar na minha palavra!

British Museum

British Museum

British Museum

Bom, é isso pessoal! Resumindo: adorei a viagem, achei o roteiro que eu fiz muito bom (só tiraria Glasgow) e agradeço a todos os amigos que me ajudaram com informações para a elaboração do mesmo! Como quando fui para a Alemanha, isso foi decisivo para o ótimo aproveitamento do tempo que tive!

That's all folks!!!

28/12/2008: London

Oi pessoal! Salut à tous!

Este foi o dia dos museus. Aproveitando o dia em que eles estariam abertos, fiz uma maratona.
Mas como eles só abriam as 10h, antes passeei pelo Hyde Park, que fica perto dos museus visitados. Nesse gigante parque, há uma fonte em homenagem à princesa Diana e também uma escultura do Peter Pan, além de algumas fontes.

Peter Pan no Hyde Park

O primeiro museu visitado foi o Natural History Museum. Sempre quis visitar um museu do tipo, e achei muito legal! Seres vivos e não vivos de todos os tipos: dinossauros (um T-rex que se mexia!), baleias, pássaros, pedras, ursos, peixes, capivaras etc. Definitivamente vale a pena visitá-lo.

Natural History Museum

Natural History Museum

Em seguida, fui ao Science Museum. O segundo do tipo que eu visito (o primeiro foi o Deutsches Museum), é também muito interessante! Cheio de coisas interativas, é bem divertido! Destaque para os aviões, miniaturas de navios e seção de matemática.

Science Museum (meus origamis!)

O último museu foi o Victoria and Albert Museum. De arte propriamente dita, é um museu bem chique. Gostei particularmente das coleções asiáticas, que não encontro muito bem representadas no Louvre.

Victoria and Albert Museum

Victoria and Albert Museum

O dia terminou com mais uma ida Tower Bridge e um passeio com os famosos Double-Decker londrinos.
Último capítulo: London Eye, guerra, último museu etc.

Arrivederci!!!

27/12/2008: Brighton - Arundel - London

Oi pessoal! Salut à tous!

Neste dia fui a uma cidade ao sul de Londres, famoso balneário inglês, Brighton. Além da praia, fui lá ver um palácio, o Royal Pavilion. Assim que cheguei, por volta das 8h30, o sol já tinha nascido e o chão estava coberto de gelo. Fui para o sul, perto do mar, e estava mais frio! Paciência. Mas a praia em Brighton até que é bonita. Com pedras, mas tem seu charme. Em relação ao palácio, é um dos mais bonitos que já vi, por fora e por dentro também. Construído por John Nash sob as ordens de George IV, possui estilo oriental, parecendo aquele palácio do Alladin. Por dentro, mais impressionante ainda, possui uma bela sala de jantar com um lustre sustentado por um dragão e um salão de música com um tapete originalmente tão fofo para as pessoas se sentirem andando entre plumas. Também não pude tirar fotos por dentro, mas preparem-se para o "uau" quando o virem por fora!

Praia de Brighton

Royal Pavilion

Depois de explorar mais um pouco a cidade em si, parti para Arundel, meu último destino com meu Britrail Pass. Fui para lá ver outro castelo medieval, mas infelizmente ele estava fechado. E olha que eu sempre vejo e pesquiso antes nos sites pra ver horários, preços e tudo mais! Mas deu pelo menos para vê-lo por fora, já que ele fica no alto de uma colina. E deu também para sujar mais ainda meus tênis, porque tive que passar por um caminho cheio de terra argilosa. Uma caca só.

Arundel Castle

Chegando em Londres antes do previsto, segui para a Harrod's, a maior loja de departamentos do mundo e que começara no mesmo dia 27/12 sua liquidação de inverno. Gigante, a loja estava lotada. Comprei enfeites de Natal, chá e souvenirs. Para terem idéia do nível da loja, quando fui ao banheiro vi que tinha vários perfumes lá para se usar, se quiser. De marcas bem caras. E uma pessoa que abria a porta para todos que saíam do banheiro.
Próximo capítulo: Diana, Peter Pan, museus, museus e museus.

À bientôt!!!

26/12/2008: London

Oi pessoal! Salut à tous!

Eu realmente dei sorte com o tempo em Londres. Peguei um céu azul com sol quase o dia todo! Isso é tão estimulante que nem percebi o quanto havia andado no dia anterior. Mas neste dia já tinha metrô. Comprei um passe diário e dei uma bela volta pela cidade!
Comecei pela Tower Bridge, desta vez com um fundo bem bonito, ensolarada, permitindo fotos mais apresentáveis. Vi também o Tate Modern e o Shakespeare's Globe Theatre.

Tower Bridge

Às 11h30, já estava eu de novo na frente do Buckingham Palace. Não, eu não sou feliz de ficar vendo a mesma coisa dois dias seguidos. É que neste dia teria a troca da guarda real, um dos eventos mais conhecidos de Londres. Consegui um canto e deu pra ver e filmar! É bem legal, principalmente a chegada, a saída e a música que eles tocam (Jingle Bells). A troca dos guardas em si é meio sem graça.

Guardas reais

Depois fui para a Westminster Abbey, a abadia mais importante do Reino Unido, onde ocorre a cerimônia de coroação e onde estão enterrados personagens ilustres, como Isaac Newton e Charles Darwin (estes dois têm um lugar bem especial na abadia), além de homenagens a outras pessoas, como Charles Dieckens, William Shakespeare etc. Ela é super ornamentada e, infelizmente, não se pode tirar fotos. Aproveitei que estava do lado e fui ver o Big Ben de novo.

Westminster Abbey

O terceiro destino do dia foi a Abbey Road, famosa rua que deu nome para um dos mais importantes discos dos Beatles. Foi realmente engraçado, porque ela fica meio fora do centro, mas não tem como não achá-la: várias pessoas tirando fotos nas mesmas posições dos garotos de Liverpool e vários carros buzinando. A minha foto não ficou tão boa, então vou pôr só a da rua mesmo.


Abbey Road

Terminei o dia na região da Baker Street. Sim, ela existe. E existe também uma casa de número 221B onde funciona o museu do Sherlock Holmes. Não visitei o museu, mas a loja é super legal! Perto de lá fica um dos museus mais movimentados de Londres, o Madame Tussaud's, o museu de cera. Há réplicas de celebridades atuais, personagens britânicas, cientistas, super-heróis, esportistas etc. Ele é interessante, mas um pouco dolorido, porque custa muito caro. Quase todos os museus de Londres são gratuitos, porque são do estado, mas este compensa a gratuidade de todos os outros que visitei. Pelo preço, eu não acho que valeu a pena.

221B Baker Street London

Rainha Elizabete II e seu marido, Filipe, Duque de Edinburgh

Próximo capítulo: praia, sol, dragão, castelo fechado, liquidações etc.

See you!!!

25/12/2008: London

Oi pessoal! Salut à tous!

O Natal é muito importante para os britânicos. Tanto que é o único dia do ano em que nada funciona. Metrô, trens, supermercados 24h (eles existem em Londres!) e nem mesmo o McDonald's (pra vocês verem como a situação é crítica). Mas foi bom assim. Deu para explorar a cidade sem muita gente atrapalhando (hehe). O único problema foi que tive que andar. Muito. Sem exagero, uns 15 km (fonte: Google Maps). Do albergue até o Tate Britain, de lá até a Tower Bridge e depois de volta para o albergue (que fica perto de Russel Square). Terminei o dia exausto. Mas valeu muito a pena.
Comecei a manhã pela região de Piccadilly CircusCovent Garden e Trafalgar Square, desta vez de dia. Esta última é uma praça gigante onde fica o Nelson Monument, protegido por quatro leões gigantes.
Fui depois para o Buckingham Palace, onde mora a rainha Elizabete II e na frente do qual fica o Victoria Memorial, em homenagem à tão idolatrada rainha Victoria. Achei o palácio mais bonito e imponente que o de Versailles, embora não chegue a impressionar tanto (depois de você ter visto dezenas de palácios, claro).

Buckingham Palace

Nas proximidades ficam os Royal Gardens, jardins cheios de esquilos e bem agradáveis, mesmo no frio do inverno. Parei lá para almoçar e, às 12h, os sinos da Westminster Abbey (falarei mais tarde sobre ela) começam a tocar uma música super alta e bem legal. Como pensei que todo dia tivesse isso ao meio-dia, não filmei, mas depois me toquei que talvez fosse especial para o dia de Natal.
Segui em direção ao Tate Britain, famoso museu londrino (não entrei, estava fechado).
Fui então em direção à City, parte mais a leste de Londres (ainda não entendi muito bem a geografia de Londres, lá tem a City of Westminster e a City of London, mas não sei muito bem o que significa isso). Primeiro ponto: Saint-Paul's Cathedral, belíssima igreja, reconstruída após o incêndio de 1666 (quando toda a cidade fora destruída). A região de City é cheia de arranha-céus modernos e muito bonitos, destacando-se dois: o Gherkin, que parece uma espiga de milho, e o Lloyd's Building, que segue o estilo do Centre Georges Pompidou de Paris, parecendo que é construído de dentro pra fora (vê-se muitas tubulações, elevadores etc do lado de fora).

Saint-Paul's Cathedral

Gherkin

Lloyd's Building

Terminei o dia na ponte mais bonita de Londres, a famosa Tower Bridge. "Infelizmente"  já estava escuro, então as fotos deste dia não ficaram muito boas. Aproveitei e passei pela Tower of London, restos de um castelo medieval de Londres. Muito bonito também!

Tower of London

Extremamente cansado, comecei então minha jornada de volta para o albergue.
Próximo capítulo: sol, guardas, Newton, The Beatles, Sherlock Holmes, cera etc.

Au revoir!!!

24/12/2008: Bath - Warwick

Oi pessoal! Salut à tous!

Dia 24/12 de manhã passeei por Bath. Comecei pela Royal Crescent, construção bem característica em formado de semi-círculo, próxima de um parque; segui então para os Roman Baths, principal ponto turístico da cidade. Como seu nome indica, a cidade foi fundada em torno de fontes de águas especiais (como as de Vichy, acredito) pelos romanos. Os principais banhos romanos continuam lá e estão abertos para visitas, mediante pagamento, óbvio. A visita foi também muito legal, dava pra ver o vapor subindo da água quente e tinha até uma apresentação audiovisual de romanos tomando banho lá.

Royal Crescent

Roman Baths e a Bath Abbey ao fundo

Roman Baths

A última escala antes de voltar para Londres foi Warwick, mais especificamente o Warwick Castle. Verdadeiro e inteiro castelo medieval, é o melhor que já vi até hoje. Praticamente todos os cômodos estão abertos para o público, além dos jardins, onde havia pavões e criadores de águias. Destaque para a sala das armas, com espadas e armaduras reais, expostas nas paredes e para as torres, onde podia-se subir (e claro que eu subi). Por ser Natal, também tinha uma floresta "encantada" (ou algo do gênero), com pinheiros de Natal e neve artificial.

Warwick Castle

Sala das armas do Warwick Castle

Warwick Castle

Voltei então para Londres, onde encontrei meu querido colega desconhecido que não parou de roncar nenhuma das cinco noites em que dormi lá.
Próximo capítulo: caminhada, rainha, música, velharias, modernidades etc.

See you!!!

23/12/2008: Bristol - Salisbury - Bath

Oi pessoal! Salut à tous!

Cheguei junto com o sol em Bristol, cidade no oeste da Inglaterra e importante conexão com as Américas em épocas marítimas. Minha passagem por Bristol foi mais simbólica, queria apenas conhecer por cima essa cidade um dia importante, hoje mais esquecida. Infelizmente, estava bem cansado e com malas nas costas, então não deu para andar tudo o que queria. Três pontos foram destaque: o SS Great Britain, primeiro transatlântico a possuir casco e hélice propulsora de ferro e que se encontra ancorado em Bristol; a Bristol Cathedral; e o Will's Memorial Building da University of Bristol, uma torre no alto de uma colina no meio da cidade, que me custou várias gotas de suor para fotografar.

Great Britain

Segui então para Salisbury, pequena cidade próxima de Bristol conhecida por duas coisas apenas: a Salisbury Cathedral, bela catedral cuja torre é a mais alta do Reino Unido; e Stonehenge. Para quem não sabe, Stonehenge é aquela misteriosa disposição de pedras que data de milhares de anos atrás. Várias teorias explicam a disposição das pedras, que vão de alienígenas aos mais prováveis ancestrais que, utilizando sofisticados equipamentos de engenharia primitiva, ergueram a estrutura. Ao que consta, ela servia provavelmente para determinar os solstícios e equinócios. Apesar do frio e do peso nas costas, foi uma experiência bem interessante dar voltas e ficar olhando aquelas pedras, imaginando o passado...

Salisbury Cathedral

Stonehenge

Voltei com o ônibus The Stonehenge Tour até Salisbury e de lá fui para Bath, onde dei uma volta "noturna" (16h já estava escuro...), mas que descreverei no próximo capítulo.

Bath Abbey

Próximo capítulo: banho, castelo de verdade etc.

Tschüss!!!

22/12/2008: Manchester - Liverpool

Oi pessoal! Salut à tous!

Mais uma vez acordei bem cedo e peguei um dos primeiros trens de Edinburgh para Manchester. Manchester é uma cidade grande, uma das maiores do Reino Unido, e, como Londres, soube misturar bem estilos clássicos com modernos. Lá você encontra prédios monumentais, como a Town Hall, e também arranha-céus de design bem mais moderno, como o Urbis. Destaque também para a Manchester Cathedral, não tão impressionante quanto a de York, mas nem por isso deixa de ser bonita. Lá também tem uma Chinatown, com um portal chinês bem bonito.

Urbis

O resto do dia passei em Liverpool, onde também dormi. Posso dizer que me impressionei bastante com Liverpool. Quando cheguei, estava garoando e havia uma neblina bem baixa. Deixei minhas coisas no albergue e fui dar uma volta pela cidade. Comecei pela Liverpool Metropolitan Cathedral, uma das vistas mais bonitas da viagem. Sua torre é bem alta e, por causa da neblina, não se via o topo muito nitidamente. Resultado: cena de filme medieval. Segui para o litoral, para me deparar com outra das mais belas vistas da viagem (e também da minha vida!). Liverpool encontra-se em uma espécie de canal, na verdade uma baía bem estreita que depois vira um rio, de modo que havia construções do outro lado do mar. Mas não se via nitidamente também por causa da neblina. É dificil descrever com palavras a vista espetacular, por isso dêem uma olhada nas fotos mais abaixo. Fiquei lá um tempão, caminhando em direção às docas principais, ouvindo as gaivotas. É impressionante como a neblina estava baixa e bem dinâmica: podia-se ver nitidamente seu movimento. A principal doca é a Albert Dock, onde fica o museu The Beatles Story. Lá do lado ficam o Royal Liver Building e o Port of Liverpool Building, prédios fantásticos à beira do mar. Mas a cidade é bem agitada também! Andei pelo centro mais no final da tarde e vi que o comércio é bem movimentado por lá.

Liverpool Metropolitan Cathedral

Neblina de Liverpool

Albert Dock

Port of Liverpool Building

Próximo capítulo: barco, pedras etc.

À tout alors!!!

21/12/2008: Edinburgh - Queensferry - Glasgow

Oi pessoal! Salut à tous!

No domingo de manhã explorei Edinburgh mais um pouco. Acordei antes do sol para subir até o Arthur's Seat, o topo da montanha que fica no Holyrood Park, em Edinburgh. De acordo com informações prévias, é uma subida tranquila. De fato, foi razoavelmente fácil subir, mesmo porque o vento estava a meu favor, me empurrando. Mas não até o topo. Chegando lá em cima, a situação ficou um pouco mais complicada: o vento estava tão forte que eu não conseguia ficar em pé, eu estava quase sendo jogado no chão! Mas consegui chegar até o fim (tenho provas fotográficas!). E a vista que se tem é espetacular! Vale muito a pena! Cansado, comecei a descer, que foi tão ou mais difícil que a subida. Depois ainda fui ver o Holyrood Palace, palácio real que fica na extremidade da Royal Mile e onde a rainha Elizabete II passa o começo do verão; e a estátua de Sir Arthur Conan Doyle, o criador do Sherlock Holmes.

Arthur's Seat (prova do vento: foto tremida)

Vista de Edinburgh

Holyrood Palace

Sir Arthur Conan Doyle

Segui então para Queensferry, cidade ao lado de Edinburgh onde se encontram as Forth Bridges. Sim, fui para lá só para ver as pontes, porque as fotos que eu vi no meu guia eram muito bonitas. E posso dizer que elas são realmente muito bonitas. Claro que aproveitei e atravessei uma delas de trem (fui e voltei, só para ver as paisagens).

Forth Railway Bridge

Finalmente fui para Glasgow, maior cidade da Escócia. Não tem muita coisa para turistas, é uma cidade mais comercial. Os únicos pontos a destacar são a Glasgow Cathedral e a George's Square, praça central onde fica a Câmara da Cidade e onde havia um parque de diversões.

City Chamber na George's Square

Voltei para dormir em Edinburgh. Detalhe: quando entro na cozinha, encontro brasileiros, como esperado. O fato se repetirá, já adianto.
Próximo capítulo: contrastes, neblina, Idade Média, The Beatles, gaivotas.

À plus!!!

20/12/2008: York - Edinburgh

Oi pessoal! Salut à tous!

Acordei bem cedo no sábado porque meu trem saía às 7h00 de King's Cross, a mesma estação de onde sai o trem para Hogwarts. Óbvio que fui tirar uma foto na plataforma 9 3/4 (mal traduzida para 9 1/2 não sei por que raios), que existe de fato, especialmente para os fãs de Harry Potter.
Antes de falar sobre as cidades, um comentário sobre os trens ingleses e escoceses. Qualidade: ótima, conforto: ótimo, pontualidade: ótima, velocidade: razoável, preço: justo. Os fiscais são bem simpáticos, as paisagens, bonitas. Como já disse, acho que vale a pena, quando se tem um desses bilhetes, claro. Viagens individuais custam uma fortuna!
O primeiro trem me levou até York, uma cidade no centro da Inglaterra, conhecida pela York MinsterMedieval WallsClifford's Tower e o Jorvik Viking Centre. A York Minster é uma bela e gigantesca catedral gótica, muito impressionante. Pelo que consta, é a maior do tipo no norte da Europa. A cidade é contornada por restos de uma muralha medieval, principalmente na região da estação de trem, e possui um "castelo", a Clifford's Tower, dando um ar bem medieval à cidade. Para completar, lá se encontra uma espécie de museu viking cujo nome é Jorvik, um dos nomes anteriores da cidade (do qual derivou York), invadida pelos vikings em 866.

Eu indo para Hogwarts


York Minster

Depois do almoço fui para Edinburgh, capital da Escócia. No caminho vi paisagens muito bonitas, com praias, cidades costeiras e até belos castelos. Cheguei no meio da tarde em Edinburgh, uma cidade fantástica e imperdível. Vi o Edinburgh Castle (que segundo meu guia lembra algo do Senhor dos Anéis, não consegui entender o que), de onde se tem uma bela vista de um pedaço da cidade e do Arthur's Seat (este fica para a próxima); a Royal Mile, a via principal de Edinburgh, onde vi um típico escocês tocando aquele instrumento barulhento (de saia, claro); o Greyfriars Bobby, aquele cachorro que ficou 14 anos ao lado da tumba do dono, que morreu quando ele tinha apenas 2 anos; e uma espécie de parque de diversões instalado ao lado da estação de trem (parece que é moda no Reino Unido nesta época do ano, em Londres, Glasgow etc também tinha...).

Escocês tocando aquela gaita característica

Edinburgh Castle

Greyfriars Bobby

Próximo capítulo: escalada, vento, Sherlock Holmes, ponte etc.

See you!!!