quinta-feira, 17 de julho de 2008

La véritable arrivée

Oi pessoal!

Vamos entrar em alguns detalhes agora.
A viagem de São Paulo a Vichy foi boa, sem imprevistos, mas bem cansativa, já que tive que carregar quase 70 kg de bagagem, várias vezes sozinho. Cheguei na minha casa no horário previsto e pude me acomodar direito no dia seguinte, 14/07, feriado aqui (queda da Bastilha...), quando também tive que ir ao CAVILAM (escola de francês) para fazer o teste de nível. No mesmo dia, fiz um breve tour pela cidade para conhecer um pouco de sua história e, de noite, fui ver os fogos de artifício, típicos nesse feriado.
Nestes outros dias, tenho ido ao CAVILAM (tenho aulas das 9h às 12h e das 14h às 15h30) e a lugares como banco, supermercado e loja de celulares. Sobre o celular, acho que vou comprar um com internet, assim poderei (espero) atualizar o blog mais freqüentemente. Amanhã (19/07) vou fazer uma visita a Lyon com o CAVILAM e espero poder contar um pouco sobre ela em breve.
As aulas de francês são boas, bem dinâmicas (espero que continuem assim), de manhã bem genéricas e à tarde com foco em escrita (pude escolher). As turmas são diferentes, de manhã uma enxurrada de italianos e à tarde mais diversificada, mas sou o único brasileiro em ambas. No entanto, há muitos brasileiros por aqui, estimo uns 50, entre alunos e professores em cursos de aperfeiçoamento, a segunda maior colônia em Vichy, perdendo apenas para os chineses. Há também muitas pessoas que falam espanhol por aqui.
A minha família d'accueil é composta por um casal, ele francês e ela russa, com um filho que não mora conosco. Tenho também uma "irmã" inglesa, professora de espanhol no País de Gales e se aperfeiçoando em francês no CAVILAM. Ela já vai embora amanhã e, daqui a duas semanas, um novo "irmão" chegará, mexicano, pelo que fui informado. Eles são muito legais e a inglesa é extremamente engraçada, diferentemente do que se poderia esperar do senso comum. Um ótimo exemplo de aprendizado nessas viagens: esqueça todos os preconceitos. Eles têm seus costumes e eu tive sorte, porque eles respeitam a grande maioria dos meus, o que não acontece em todos os lugares por aqui. Exemplo: parece que os franceses só usam a faca para cortar os alimentos e não para "ajudar juntá-los no prato", função delegada ao pão. Sinceramente, eu não acho que fica muito bonito, nem higiênico, e confesso que a primeira vez que vi achei um tanto estranho. Dessa forma, em algumas famílias, não é permitido usar a faca para algo que não seja cortar.
Termino com duas fotos do aeroporto de Barajas, em Madrid, e uma de Paris vista do avião, um pouco antes do pouco.

Aeroporto de Barajas, Madrid

Aeroporto de Barajas, Madrid
Paris vista do avião (notem a Tour Eiffel ao fundo!)

Espero bem brevemente conseguir contar pra vocês mais coisas diferentes observadas na terra de Napoleão!

À tout alors!!! (a tradução do Google não está muito boa...)

2 comentários:

Patricia disse...

Poxa Leo, vc realmente levou todos os 70 kg... hehe To agora olhando pros meus com agonia T_T

Esse negocio da faca e generalizado, e nao só na europa! As pessoas achavam meio estranho o jeito que eu comia... hehe mas eu nao gostava de abrir mão da faca não... hehe

Você fez escala em Madrid então??

Enfim, bom saber que você está bem e gostando! Divirta-se!

Leonardo disse...

Não, Pati, não levei 70 kg não...só 58 kg...haha