sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

01/01/2010: Berlin

Oi pessoal!

Décimo quarto dia de viagem: Alex, neve, socialismo, Dom, São Silvestre, Museumsinsel, Pérgamo, Babilônia, Islã, moedas.
O segundo dia em Berlin foi dedicado a principalmente à região da Museumsinsel, ou Ilha dos Museus. Principalmente, não exclusivamente, pois antes eu fui à Alexanderplatz (Alex para os íntimos), praça que passou por intensas transformações e hoje é um dos pontos mais movimentados da cidade. Há um centro comercial, uma grande estação de S-Bahn, várias outras lojas e, o destaque, a Fernsehturm, uma torre de televisão que pode ser vista de quase qualquer lugar da cidade sem a vista bloqueada, com seus 368 m (o que a torna mais alta que a Tour Eiffel).

Alexanderplatz, Berlin

Fernsehturm, Berlin

Entre a Alex e a Museumsinsel, ainda passei por vários lugares interessantes: a Marienkirche coberta de neve, a enorme e vermelha Rotes Rathaus, as estátuas de Marx e Engels e uma simpática região conhecida como Nikolaiviertel, com várias casas de arquitetura mais antiga, às margens do Spree. Lembrava um pequeno vilarejo, perdido no meio da cidade grande.

Marienkirche, Berlin

Rotes Rathaus, Berlin

Nikolaiviertel, Berlin

Marx-Engels Forum, Berlin

A Museumsinsel tem esse nome, em primeiro lugar, pois é uma ilha fluvial no Spree, bem no centro de Berlin (como a Île de la Cité em Paris). Em segundo lugar, pois abriga os museus mais "importantes" da cidade: o Pergamonmuseum, a Alte Nationalgalerie, o Altes Museum, o Neues Museum e o Bodemuseum. Na ilha fica também uma das catedrais mais bonitas que já vi, a Berliner Dom, que entrou para a lista das igrejas de que não esquecerei tão cedo. Ela é enorme e quadrada, com quatro pequenos domos em cada ponta, os dois da frente um pouco maiores, e um gigantesco ao centro. Coberta da neve, ela estava linda. Visitei igualmente seu interior, relativamente comum, com exceção da parte interior do domo central, com inúmeros detalhes dourados. Por causa da neve, não foi possível subir até a plataforma de observação, mas pude subir até a base do domo, onde há uma pequena exposição, com miniaturas da Dom e de onde vi o que creio ser uma maratona de São Silvestre. No subsolo, há ainda uma cripta que pode ser visitada.

Berliner Dom, Berlin

Berliner Dom, Berlin

Berliner Dom, Berlin

Antes de entrar nos museus, continuei na Unter den Linden mais um pouco para procurar meu almoço e acabei passando pela Zeughaus, antigo arsenal onde hoje funciona o Deutsches Historisches Museum, e pela Humboldt Universität, local de estudo de gênios como Planck, Einstein, Heine, Marx e Engels.

Spree, Berlin

Humboldt Universität, Berlin

Com a barriga cheia, estava pronto para minha tarde nos museus. Eu não tinha tempo de visitar todos, mas mesmo assim valia a pena comprar um passe Museumsinsel, que custava apenas 7,00€ e me dava livre entrada em todos os museus menos o Neues Museum, onde fica o famoso (em alemão deveria ser a) Büste der Nofretete (Busto da Nefertiti) e que exige hora marcada para entrar. Eu gostaria de vê-lo, mas como havia só haveria disponibilidade no final do dia seguinte, eu resolvi deixá-lo de lado. Eu consegui visitar três dos museus, finalmente, e comecei pelo Altes Museum.
Uma curiosidade sobre as coleções: elas passaram por uma recente reorganização e só em Outubro de 2009, com a reabertura do Neues Museum, que sua totalidade voltou a estar aberta ao público. Isso porque, com Berlin dividida, parte das coleções estava no Leste e a outra, no Oeste e, com a queda do Muro em 1989, elas poderiam voltar a um lugar único. No entanto, mesmo hoje, as coleções não estão necessariamente no mesmo museu, isso por opção. Por exemplo, a Coleção de Antiguidades Clássicas está dividida entre o Altes Museum e o Pergamonmuseum. A maior parte fica no primeiro, sobrando a seção de arquitetura e de grandes esculturas, destaques do Pergamonmuseum.
Bem, voltando ao Altes Museum, este possui uma das maiores e mais importantes coleções de arte Grega e Romana do mundo todo (de acordo com a Wikipédia - versão em português -, A maior e mais importante, uma informação um pouco duvidosa, que não aparece nas versões em Inglês e Francês - ainda não tenho capacidade de entender a em Alemão), que achei muito bem organizada e apresentada. O audioguide está incluído no valor da entrada e é muito útil, uma pena que não lembro de metade das informações que recebi. Na parte superior do museu, uma exposição interessante sobre viagens em busca de arte, com artefatos do mundo todo. Algumas obras que me chamaram a atenção podem ser vistas abaixo.

Altes Museum
, Berlin

Altes Museum
, Berlin

Altes Museum
, Berlin

Altes Museum
, Berlin

Altes Museum
, Berlin

Altes Museum, Berlin

Altes Museum, Berlin

O segundo museu visitado foi o Pergamonmuseum, cujo nome é referência a sua "obra" principal, o Pergamonaltar (o templo "inteiro" está lá). Esse foi talvez o museu mais impressionante que já visitei, batendo British e até mesmo o Louvre. Impressionante, não melhor, pois não se pode comparar um museu tão especializado, caso atual, com um museu que possui quase tudo, caso do Louvre. Enfim, o que impressiona no Pergamonmuseum são as grandes estruturas, quatro em particular: o Pergamonaltar, incluindo as esculturas que decoravam sua fachada e seu interior; o Ischtar-Tor, construído em tijolos coloridos formando desenhos de animais como leões; o Markttor von Milet, fachada do portão principal do Mercado de Mileto; e a Mschatta-Fassade, parte do palácio de Qasr Mshatta, na Jordânia. Além delas, destaca-se o Museum für Islamische Kunst, com suas tapeçarias e artefatos religiosos.

Pergamonaltar, Berlin

Pergamonmuseum, Berlin

Pergamonmuseum, Berlin

Ischtar-Tor, Berlin

Ischtar-Tor, Berlin

Pergamonmuseum, Berlin

Pergamonmuseum, Berlin

Mschatta-Fassade, Berlin

Pergamonmuseum, Berlin

O último museu visitado foi o Bodemuseum, que possui uma coleção de moedas e medalhas bem vasta, além de esculturas e arte Bizantina. Gostei muito das obras em madeira e dos mosaicos, mas infelizmente tive que ver tudo correndo pois o museu estava fechando (eu fui um dos últimos a sair do museu).

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Bodemuseum, Berlin

Ao sair do museu, vejo que está nevando mais uma vez, para recuperar a neve perdida ao longo do dia (óbvio que por causa das pessoas, não da temperatura, que continuava bem baixa). Faço o caminho inverso da ida: passo pela Berliner Dom, muito bem iluminada, e pela Fernsehturm, idem.

Berliner Dom, Berlin

Fernsehturm, Berlin

Hasta luego!!!

31/12/2009: Berlin

Oi pessoal!

Décimo terceiro dia de viagem: neve, branco, Carlota, televisão, cidadela, Olympiastadium, igreja destruída, reserva de energia, virada do ano, semi-paraíso.
Não vou entrar em muitos detalhes sobre minhas impressões sobre a Alemanha, pois esta não é a primeira vez que vou para lá (e certamente não será a última, nem a penúltima etc) e por enquanto mantenho o que já disse. Mas seria impossível para mim não elogiar mais uma vez seu sistema de transportes. Como em Paris, existem quatro meios principais de transporte coletivo em Berlin: S-Bahn (~RER), U-Bahn (~métro), Bus e Tram, que cobrem muito bem a cidade. Todos funcionam muito bem, inclusive o S-Bahn (ao contrário do RER), mas é verdade que no quesito harmonia os parisienses são melhores, pois em Berlin é comum precisar sair da estação para fazer uma conexão do tipo S-Bahn - U-Bahn (em Paris, só andamos debaixo da terra!). Mas acho que ter um trem de periferia que funciona bem conta muito no dia-a-dia, visto que grande parte da população ou não vive ou não trabalha no centro de Berlin. Mas para Paris não ficar com ciúmes, a cidade não é tão bonita. Berlin é grande, lembra London pelo fato de tudo parecer espalhado, e razoavelmente moderna (tenho constatado que europeus não gostam mesmo de arranha-céus). Possui poucas construções antigas, bonitas como em Paris. Mas ela é bem interessante. Gostei bastante de lá.
O meu primeiro dia em Berlin foi principalmente dedicado à periferia. Três lugares, para ser preciso, que por sorte ficavam do mesmo lado da cidade. Graças à eficiência do transporte, pude ver tudo que queria em pouco tempo, como aconteceu em outros dias, então me sobrou o final da tarde para conhecer um pouco de Berlin em si.
O primeiro destino foi o Schloss Charlottenburg, com seu imenso parque. Depois de uma noite nevando, eu não esperava menos neve que vi. A cidade inteira estava atolada de neve. Eu nem cheguei a ver a cor das calçadas de Berlin. Em nenhum dos quatro dias que fiquei lá. Bem, voltando a Charlottenburg, o Schloss em si já é bem bonito, com um domo central bem decorado. Infelizmente o contraste do amarelo de sua fachada com o branco em todos os outros lugares (céu, chão etc) não era o melhor. Mas a melhor parte é o parque. Quando digo parque, pensem em um bosque (pois parques de castelos são como bosques), coberto de neve, como em filmes. Eu nunca tinha visto algo do gênero (ok, talvez em Budapest) e fiquei quase hipnotizado. Havia muitas árvores e alguns riachos congelados, a paisagem era fantástica. Havia até pessoas com skis dentro do parque, dada a quantidade de neve. Coisa que não se vê por aqui em Paris, onde os parques são fechados quando neva...

Schloss Charlottenburg, Berlin

Parque do Schloss Charlottenburg, Berlin

Parque do Schloss Charlottenburg, Berlin

Parque do Schloss Charlottenburg, Berlin

Parque do Schloss Charlottenburg, Berlin

De Charlottenburg fui para Spandau, pequena cidade onde se destaca a Zitadelle. Pelas descrições que eu tinha visto na internet, sinceramente eu esperava algo mais bonito, mas achei que a cidadela não é muito bem identificável, pela proximidade com outras construções mais recentes. E lá dentro parecia uma cidade normal, nada muito típico de uma cidadela.
Parti então para o Olympiastadium, mais porque ele estava no caminho do que por interesse (digamos que eu não iria se ele estivesse do outro lado da cidade). Devo confessar que gostei mais de ver a estação de trem coberta de neve e o indicador com um S de S-Bahn com várias "estalactites" de gelo. Mas ele é legal, afinal, é um estádio olímpico.

Zitadelle, Spandau

Olympiastadium Bahnhof, Berlin

Olympiastadium, Berlin

Voltei em seguida para Berlin e, como estava cedo, passei na Kaiser Wilhelm Gedächtnis Kirche, igreja parcialmente destruída que virou um dos símbolos da cidade. Parte da torre original foi danificada e todo o restante da igreja foi destruído durante bombardeios da 2ª GM. Boa parte dos belos mosaicos originais resistiu e podem ser vistos, juntamente a um memorial. Ao invés de ser reconstruída no pós-guerra, optou-se por construir uma nova igreja ao lado, uma das mais modernas e diferentes que já vi. Ela possui quatro estruturas separadas, entre elas a torre que vocês podem ver abaixo.
Em frente à igreja visitei a última feira de Natal da viagem.

Kaiser Wilhelm Gedächtnis Kirche, Berlin

Kaiser Wilhelm Gedächtnis Kirche, Berlin

Para recuperar uma parte das energias, voltei cedo para o albergue, onde encontrei três brasileiros bem simpáticos no meu quarto, dois dos quais participam de um programa de intercâmbio na Alemanha. Curioso notar que a menina, que estuda na UFRJ, é amiga de uma amiga de uma amiga minha.
Depois de um pouco de descanso, saí para ver as comemorações alemãs, que se concentram no Brandemburger Tor, perto do qual foi obviamente impossível de chegar, e na Unter den Linden. Ao contrário de Paris, os berlinenses autorizam fogos de artifício no Réveillon, e as pessoas ficam igualmente bêbadas em ambas as cidades. Uma pena que no dia seguinte eu tinha que desviar de restos de garrafas de vidro enterrados na neve, além de outras sujeiras espalhadas pelas estações de U-Bahn e S-Bahn.

Unter den Linden, Berlin

Unter den Linden, Berlin

Arrivederci!!!

30/12/2009: Warszawa

Oi pessoal!

Décimo segundo dia de viagem: neve, soldado desconhecido, via real, Kopernik, praças, 2ª Constituição, pégasos, céu de inverno, web-palma, pavões gelados, Stalin, Berlinerschnee.
Como já disse, Warszawa é uma cidade grande, com grandes avenidas, alguns prédios, vários deles modernos. Meu último dia na Polônia seria dedicado à sua capital, mas mais uma vez me arrependi de ter ficado apenas um dia lá. Rigorosamente, uma manhã e um pedaço da tarde, pois meu trem saía às 16h35 para Berlin. Considerando que tive que ir para o albergue pegar minhas coisas um pouco antes, talvez um dia inteiro já seria suficiente, sem entrar em museus ou similares.
Estava frio e havia resquícios de neve em vários lugares, principalmente parques. Comecei meu tour na praça onde um dia existiu o Pałac Saski, destruído durante a 2ª GM e cuja reconstrução não foi bem sucedida. A praça é um espaço aberto enorme e a única coisa que há lá é a Tumba do Soldado Desconhecido, protegida por dois guardas não muito concentrados. Em frente à praça, há um simpático parque, o Ogród Saski. O problema é que, quando neva, você não consegue nem descansar direito nesses parques, pois os bancos estão cobertos de neve...

Tumba do Soldado Desconhecido, Warszawa

Antigo Pałac Saski, Warszawa

Árvore e céu invernal, Warszawa

A via principal do centro antigo de Warszawa é a Krakowskie Przedmieście, conhecida como Via Real. É uma rua extremamente bonita, com belas construções, excelente pavimentação e calçadas e até luminárias bem charmosas. Confesso que esperava de Warszawa uma cidade mais feia, mais "pobre", mas o que vi talvez mostre o que o futuro reserva para os poloneses.

Krakowskie Przedmieście, Warszawa

Essa via passa pela Uniwersytet Warszawski, onde há uma homenagem a - adivinhem - Kopernik, pelo Pałac Koniec Polskich (Palácio Presidencial) e termina na Plac Zamkowy, outra ampla praça, também rodeada de fachadas coloridas, como em Kraków e Wrocław. O destaque da praça é o Zamek Krolewski, Palácio Real onde foi elaborada no final do século XVIII a primeira Constituição Moderna da Europa, segunda do mundo (a primeira foi a dos EUA). Ele também foi destruído durante a 2ª GM, mas inteiramente reconstruído logo em seguida. Achei o prédio em si simples, mais simples que várias prefeituras já visitadas, mas isso deve se justificar pela sua idade.

Plac Zamkowy, Warszawa

Zamek Krolewski, Warszawa

Da Plac Zamkowy, entrei no centro antigo de Warszawa e andei por suas ruelas, até chegar em outra praça medieval, a Rynek Starego Miasta, igualmente encantadora com suas fachadas bem decoradas (também reconstruídas no pós-guerra). No centro da praça, um dos símbolos da cidade, a Sereia com o escudo e a espada, que decora o brasão de armas da cidade.
Uma parte das muralhas originais que rodeavam o centro antigo ainda existe, incluindo um grande barbacã, espécie de torre de defesa na entrada da muralha.

Rynek Starego Miasta, Warszawa

Barbakan, Warszawa

Não muito longe do centro antigo fica o Ogród Krasińskich‎, parque do Pałac Krasińskich, onde hoje funciona parte da Biblioteca Nacional. Na ocasião, havia um curioso conjunto de pégasos coloridos na sua frente, cuja origem desconheço. O palácio em si é bem bonito, deu até vontade de entrar na biblioteca para ver seu interior, mas isso não era possível. Então me contentei em tirar um pouco da neve de um dos bancos e descansar um pouco lá, apreciando a bela e calma paisagem invernal (obviamente que eu era o único no parque). Vale notar que o céu no inverno, quando limpo, possui uma cor azul diferente, bem mais bonita que no verão.
Peguei então a Krakowskie Przedmieście no sentido oposto e fui até o fim, passando pela casa de Mme. Curie, até chegar na curiosa Palma, um gigantesca palmeira no cruzamento com uma avenida bem movimentada. Obviamente que ela é artificial, nunca que ela aguentaria os -20ºC típicos de um inverno de Warszawa. Ela foi instalada na ocasião de uma exposição de arte contemporânea e desde então não saiu de lá. Pelo contrário, ela está sob a proteção do Presidente polonês atualmente.

Momumento à guerra, Warszawa

Pałac Krasińskich, Warszawa

Igreja, Warszawa

Casa de Maria Skłodowska-Curie, Warszawa

Palma, Warszawa

Antes de voltar para o albergue, eu ainda queria visitar um grande parque ao sul da cidade, o Park Łazienkowski, e para isso tive que me arriscar um pouco no sistema de bondes da cidade. Meu mapa estava incompleto e eu não sabia exatamente em que estação deveria descer, mas no fim meu "chute" acabou sendo correto.
O parque é bem grande, estava cheio de neve, uma pena que o tempo estava apertado. Logo na entrada (que usei) há um monumento bem grande em homenagem a Chopin, talvez desse tamanho para ele não ficar com inveja do maior número de homenagens a Kopernik. Mas o destaque do parque é o Pałac Łazienkowski, belo palácio em estilo barroco, última residência da família real polonesa. Ele fica em frente a um grande canal, parcialmente congelado e coberto de neve. Como em muitos parques reais, havia pavões também, o pobrezinhos andando com dificuldade sobre a neve (e eu reclamando...).

Fryderyk Chopin, Warszawa

Park Łazienkowski, Warszawa

Park Łazienkowski, Warszawa

Park Łazienkowski, Warszawa

Park Łazienkowski, Warszawa

Park Łazienkowski, Warszawa

No caminho do albergue até a estação de trem, contornei mais uma vez o Palac Kultury i Nauki, aquele imenso prédio que mencionei. Ele é um dos símbolos da cidade, mais alto prédio da Polônia e construído logo após a 2ª GM, como presente da URSS à Polônia. Originalmente, o nome do prédio era Pałac Kultury i Nauki imienia Józefa Stalina, em referência ao ditador soviético, mas com a queda da URSS seu nome foi retirado. É possível subi-lo, mas isso vai ficar para minha próxima visita à Polônia.

Palac Kultury i Nauki, Warszawa

Mais uma excelente viagem de trem, boa para recarregar as baterias para o último destino de minha maratona, a capital alemã. Assim que entro no trem já retomo minha adoração pela Alemanha, particularmente pela Deutsche Banh, que nos fornece um folheto com detalhes do trajeto, algo que raramente se encontra.
Chego em Berlin e sou recebido com mais neve. De todos os lados: no chão, já havia bastante; caindo do céu, outra nevasca. No Brasil, dizem que chuva na virada de ano traz prosperidade. Espero que o mesmo seja válido para a neve na Europa.

Tschüss!!!