sábado, 12 de setembro de 2009

Musée du Louvre - 14ème fois

Oi pessoal!

Continuando minhas visitas ao Louvre, hoje explorei a seção de antiguidades egípcias, cuja fundação se deve em muito a Jean-François Champollion, um os maiores egiptólogos do mundo, tendo sido responsável por decifrar os hieróglifos egípcios.
A arte egípcia me impressiona por sua originalidade. O modo de representação é único e, diferentemente da arte grega, não foi muito referenciada nas eras modernas (Renascimento...), por isso essa unicidade foi preservada.
A coleção, distribuída em 30 salas, é organizada em duas partes. Na primeira, é separada por temática: homens, deuses, templo, escrita, morte; na segunda, por cronologia: pré-história, antigo império, novo império etc.
Eu achei a primeira mais interessante, pois ressaltava aspectos interessantes da sociedade egípcia, como a importância dada à morte, à escrita e ao politeísmo. De fato, inúmeros são os sarcófagos, em geral bem ornamentados, com algumas múmias, inclusive de animais. Em relação à escrita, descobri uma sala muito interessante onde a decifração de um hieróglifo é detalhada. Quanto ao politeísmo, um painel bem didático descreve as principais divindades egípcias, que descobri serem "combináveis" (Amon + Rá = Amon-Rá).
Um dia ainda terei que voltar só para me dedicar ao livro dos mortos, um enorme papiro que descreve diferentes técnicas de mumificação, dependendo do tipo de reencarnação desejada!

Stèle de Tapéret, Musée du Louvre

Inscrições no sarcófago de Ramsés III, Musée du Louvre

Estátua de Ramsés II, Musée du Louvre

Arrivederci!!!

Um comentário:

Patricia disse...

O Egito antigo sempre foi uma das minhas matérias preferidas em história!

E que interessante isso de ter diferentes mumificações para cada reencarnação!