Oi pessoal!
Bem, cheguei à minha décima visita ao Louvre, última da série "descobrindo" e primeira da série "explorando". Se eu considerar que três delas foram visitas em que apresentei o museu a outras pessoas e que uma outra foi uma breve passagem por uma exposição temporária, podemos dizer que conheci todo o Louvre em seis visitas (cinco noturnas de sexta-feira e uma manhã - cerca de 1 h - de sábado). No total, eu diria que levei algo em torno de 15 h. Pas mal...
Hoje visitei o setor de artes da África, Oceania, Ásia e Américas. Bem recente, ele data de 2000, quando as peças foram incorporadas ao Louvre, sob a presidência de Jacques Chirac, aparentemente um amante desse tipo de arte. O acervo é relativamente pequeno, com poucos representantes de cada continente, mas achei as obras bem interessantes. Pode-se dizer que ele é uma introdução ao mais novo ainda Musée du Quai Branly, este sim especializado em arte não-européia primitiva.
Munido de meu guia, desta vez observei mais a fundo as obras, com indicações de origem, material, contexto etc. De um modo geral, as peças eram feitas de cerâmica ou madeira, algumas muito interessantes tendo sido esculpidas no casco do tronco de uma árvore. Os detalhes não dominam, mas estão presentes sob a forma de olhos e dentes, algumas vezes feitos em madrepérola.
Destaque para: uma escultura em madeira de uma mulher com seu filho, mostrando austeridade ou mesmo indiferença; um representante das famosas estátuas da Ilha de Páscoa; e uma figura feminina de Chupicuaro, entidade divina, em formas arredondadas para "celebrar nas sepulturas o ciclo perpétuo das estações" (tradução livre), que deixo para vocês interpretarem como quiserem.
Figura materna, Musée du Louvre
Nenhum comentário:
Postar um comentário