sábado, 25 de julho de 2009

Musée du Louvre - 11ème fois

Oi pessoal!

Antes de contar sobre minha 11ª visita ao Louvre, um breve bilan da semana: estágio bem agitado, com novos estudos de caso a realizar; 3ª ida ao cinema na França, para assistir Harry Potter (ele merece!); e novas experiências culinárias a partir de ingredientes mais "naturais".
Hoje cedo acordei inspirado e fui ao Louvre, para apreciar com mais detalhes a seção de antiguidades orientais. De acordo com meu guia, a história dessa seção do museu está intimamente ligada às próprias descobertas arqueológicas francesas no Oriente Médio e Próximo, regiões onde atualmente encontram-se Síria, Líbano, Palestina, Irã, Iraque e Afeganistão, entre outros. Isso significa que muitas das obras lá expostas foram descobertas pioneiras, em geral também muito importantes e representativas.
Observando as obras e lendo meu guia, lembrei das aulas de História da escola e do quanto eu não gostava delas. Mas me fizeram pensar mais uma vez que, na verdade, eu gosto de História, mas não da forma como ela é ensinada. Avaliar esse tipo de conhecimento por meio de provas escritas, principalmente no caso de crianças, é lamentável. No meu caso, isso criou um certo trauma, um bloqueio mental contra o conhecimento...
Voltando ao museu, a coleção é riquíssima, com três grandes destaques: objetos gravados com inscrições cuneiformes, um dos tipos mais antigos de escrita; o Código de Hamurabi, que o Louvre possui o único exmplar completo existente; e partes do Templo de Dário I, grande imperador persa, que ficava em Persépolis, como aquela coluna com touros que eu já mostrei aqui e paredes com tijolos coloridos (ver foto abaixo).
Eu particularmente adoro ver objetos de arte, então todos aqueles objetos como vasos, miniaturas, taças, pratos, talheres etc me agradam muito.
Além de ter me lembrado as aulas de História, a visita de hoje foi uma aula propriamente dita. Atravessando as salas, eu ia de uma civilização a outra, podendo comparar as diferenças de estilos e também observar quais seus valores principais, a partir do que era retratado por cada povo.

Detalhe superior do Código de Hamurabi, Musée du Louvre

Detalhe de inscrição cuneiforme, Musée du Louvre

Parte da decoração do Templo de Dário I, Musée du Louvre

Tschüss!!!

3 comentários:

Patricia disse...

Gostou do Harry Potter?? Não era dublado, era?? Eu to ansiosa pra ver, mas infelizmente estou a haras de distância de um cinema... hehe espero que fique bastante tempo em cartaz!

Leonardo disse...

Gostei do filme, mas ele nao tem muita emoção. Nada de confrontos diretos, mas muitas revelacoes, o que em um filme fica meio sem graça...
Nao, eu me recuso a ir o cinema e assistir a filmes dublados...

MLK disse...

Eu tbm assisti Harry Potter! E dublado em italiano! Realmente o filme 6 é interessante mas ele passa quase que inteiro sem nenhum conflito haha, bem light. Ai todo o conflito se resume nuns 15 min.