Oi pessoal!
Aproveitei este belo sábado de primavera, como há muito tempo não víamos por aqui, para passear mais um pouco pela cidade. Paris é uma cidade infinitamente interessante, acho que mais de uma vida humana seria necessária para conhecer bem todos seus cantos. Depois de meu um ano e meio, é verdade que já visitei bastante coisa, acho que até poderia trabalhar como guia de excursões, mas sempre há coisas novas que descobrimos em nossas caminhadas.
Hoje fiz mais uma visita ao Parc Floral de Paris, para ver como progrediram suas famosas tulipas. Se elas não estão avançadas como há um ano, a maioria delas já está aberta, formando um belo canteiro multi-colorido. Além delas, há várias outras flores espalhadas pelo parque, cujos nomes desconheço, mas muito bonitas também. Passei em seguida pela n-ésima vez pelo Château de Vincennes, a primeira com direito a céu azul ao fundo. E também pela primeira vez pude entrar na Sainte-Chapelle. Ela não espanta como a da Île-de-la-Cité, mas acabou de ser restaurada e está bem sympa.
Flores, Parc Floral de Paris
Tulipas, Parc Floral de Paris
Tulipas, Parc Floral de Paris
Tulipas, Parc Floral de Paris
Flor, Parc Floral de Paris
Árvores floridas, Parc Floral de Paris
Sainte-Chapelle, Château de Vincennes
Donjon, Château de Vincennes
De lá seguimos para o Marais, tradicional bairro de Paris, que originalmente era um pântano (marais em francês significa pântanos) e que abriga alguns dos casarões mais antigos da capital. Começamos pela Place de la Bastille, onde um dia existiu a famosa prisão, destruída durante a Revolução, e onde hoje se destacam a Colonne de Juillet, que comemora a mesma Revolução, e a Opéra Bastille, irmã mais nova do magnífico Palais Garnier.
Fomos então para a Place des Vosges, mais antiga praça de Paris e uma das mais bonitas que já visitei. Em torno de uma estátua equestre de Louis XIII, ela possui um modesto espaço verde e é rodeada por belas casas em tijolos vermelhos, com passagens em sua parte inferior.
Outros destaques do bairro são o Hôtel de Sully (a visitar) e o Hôtel de Sens, uma das últimas construções medievais que ainda existem em Paris. Além deles, lojas de antiguidades, cafés e outras belas fachadas completam o ar simpático do Marais.
Colonne de Juiullet, Bastille
Place des Vosges, Marais
Place des Vosges, Marais
Place des Vosges, Marais
Hôtel de Sully, Marais
Depois de nosso almoço no "adorado" (porém barato) Restaurant Universitaire, descansamos um pouco e demos uma volta pelo Jardin du Luxembourg. Este é um grande exemplo de lugar de Paris que eu vergonhosamente não conhecia direito. Ao lado da École, ele é na verdade o jardim do Palais de Luxembourg, onde atualmente funciona o Sénat, além de um lago octogonal, de uma fonte e de várias estátuas, inclusive uma réplica da Estátua da Liberdade de Bartholdi.
Continuamos em direção a uma região bem chique da cidade, próxima do boulevard Saint-Germain, que inclui atrações como a Saint-Sulpice, eternamente em reforma, a Saint-Germain-des-Prés, a École des Beaux-Arts e o Bon Marché, concorrente das Galeries Lafayette.
E o passeio terminou perto da Place d'Italie, onde assistimos ao filme francês Adèle Blanc-Sec, baseado na HQ homônima. Muito bom, mas infelizmente creio que não chegará às telonas do Brasil.
Fonte, Saint-Sulpice
Igreja, Saint-Sulpice
Fonte, Saint-Sulpice
Saint-Germain-des-Prés
Um comentário:
Legal !!! Finalmente achou a estátua da liberdade !!
Eu fiquei mó tempão lá e não vi.
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